Não que a menospreze ao nada,
Sou cega pelos olhos da paixão.
Somente vejo o meu coração atormentado
E meu cérebro confuso em palavras.
É ela a companheira de seu luar.
Sou eu que olho para a lua,
Procurando pelo teu olhar
Por noites extasiantes e fúnebres.
Posso estar redigindo palavras bobas,
Regredindo minha vida em devaneios.
Mas o que fazer com esse coração inconformado?
A vida que se faça por si só!
Não moverei palha alguma se não por palavras.
Palavras proferidas de meu coração desventurado.
Repleto de amor por ti, ausente!
Sempre meu senhor não confias em mim.
Talvez palavras seja pouco.
Palavras não é tudo o que tenho.
Tenho o meu remanescente amor,
A sua cegueira e a dor de outra o possuir.
Viva a sua vida assim se o desejares,
Entretanto, se meu coração eleger outro,
Eu viverei a vida lindamente.
E um dia tu, boquiaberto, se lamentarás.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário